“A Lei da Atracção, a Personalidade e a Alma
- o fascínio do Desejo, o desejo de Fascínio e outros equívocos espirituais"
Numa época de conquista e (re)descoberta Espiritual como a nossa, assinalada pela urgência de Plutão ao abandonar o signo de Sagitário,
e pela denúncia que Urano propõe de todos os misticismos equívocos ao atravessar o dual signo de Peixes,
são perigos reais a confusão de valores egóicos com Espirituais e o glamour de uma “espiritualidade” que não discrimina a diferença entre a glorificação do Ego e alinhamento com a Alma, que pretende Amar e Servir.
Ao confundir Leis Espirituais (como a da Atracção), com ferramentas de auto-afirmação arrogante e separatista, prometendo gratificação imediata e instantânea de todos os desejos pouco sábios dos Homens, uns e outros Profetas de Nova Era prestam - ainda que involuntariamente, e essa é a gravidade maior dessa inconsciência perversa -, um mau serviço à Fraternidade cada vez maior, de Seres Humanos que lutam pela Luz.
Nesta conferência, a que se seguirá uma meditação guiada por Maria Flávia de Monsaraz, apontaremos e denunciaremos alguns dos principais equívocos associados ao uso e entendimento da Lei da Atracção quando ao serviço da Personalidade dissociada da Alma,
bem como os seus usos mais adequados numa perspectiva de Evolução Espiritual,
e o seu potencial para actualizar o Poder, o Amor e a Cura que possui, como agente e veículo, toda a personalidade alinhada com a Alma.
Este é um convite feito na União das Almas para que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano sobre a Terra.
Nuno Michaels

4 comentários:
Excelente iniciativa! Quando se começou a ouvir falar do assunto e a usar a lei da atracção para ter uma casa fantástica, ser milionário e comprar um Porsche, fiquei verdadeiramente assustada com o uso de leis sagradas para coisas desta natureza! Além disso, receio muito a sua utilização para manipular pessoas mais frágeis...
AC
Correcto, é por isso que quanto mais vejo e oiço falar mas me sinto conduzida para o Silêncio. Na atenção às Palavras, como veículos muitas vezes inacabados, algo imperfeitos (ay!quando passaremos á Telepatia?!), sugiro rever a Ideia de "lutar" pela Luz: existirá outro verbo que se adapte mais satisfactoriamente à conjuntura que estamos a atravessar.Abraço Cósmico.
Correcto, é por isso que quanto mais vejo e oiço falar mas me sinto conduzida para o Silêncio. Na atenção às Palavras, como veículos muitas vezes inacabados, algo imperfeitos (ay!quando passaremos á Telepatia?!), sugiro rever a Ideia de "lutar" pela Luz: existirá outro verbo que se adapte mais satisfactoriamente à conjuntura que estamos a atravessar.Abraço Cósmico.
Obrigado pelo feedback.
COncordo, subscrevo e sorrio - mas insisto no termo "lutar pela Luz". Porque é, qualquer um que o faça o sabe, realmente uma luta. Uma tensão, um confronto, uma escolha permanente, um desafio... uma luta!
:)
Abraços e até sempre!
Nuno
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